Indy Naíse: Ela Chega e é Pra Ficar!



Indiara Naíse Varjão da Silva tem apenas 23 anos de idade, mais conhecida como Indy Naíse, é cantora, compositora e intérprete. Nasceu em Juazeiro/BA, morou também no interior da Bahia em Curaçá, Santo André/SP, Embu Das Artes/SP e Taboão da Serra/SP e hoje mora com sua mãe e irmã no Butantã, na Capital de São Paulo.

Indy começou sua trajetória como apreciadora e fanática por música quando seu pai, grande influenciador de sua carreira, cantava e tocava para ela quando criança.

Ela ao se encantar pela música começou a ouvir e se fantasiar em Sandy e Júnior durante toda a infância e tentava imitar a voz da cantora, sonhando um dia poder fazer o mesmo e executar para o mundo inteiro.

Seu pai, também encantado pela paixão da filha, como músico e violonista autodidata sempre a incentivou e lhe deu um CD da Elis Regina para que conhecesse um universo mais maduro e a pequenina logo se apaixonou.

Aos sete anos começou a cantar com seu pai, a música de Dominguinhos, "Eu me lembro", em aniversários e casamentos ou onde o pai saísse para tocar e levar alegria a quem escutava e a garotinha sempre teve muito afinidade e criou-se uma paixão extrema por música e já não conseguia mais ficar se quer um minuto sem tagarelar por todo canto da casa e aonde fosse.

Mais tarde com 20 anos, depois de muita resistência e muito apoio de seu pai e companheiro, participou do grande Festival Ala Guarujá, e teve a maior surpresa de ganhar em primeiro lugar em todos os quesitos e sua mãe se revelou grande fã de sua filha, já que anteriormente acabava segurando-a por medo da injustiça que, talvez, a profissão de cantora e/ou musicista, poderia trazer para filha.

Mas Indy era, foi e ainda é tão genuína no seu trabalho que conseguiu mostrar para sua mãe o quão grandioso poderia ser o tal feito. Desde então, sua mãe passou a incentivar e a estimular ainda mais a carreira de sua filha.

Só o que Indiara não sabia, é que a morte de seu tão querido e amado pai estava por perto.

O chão de Indy se abriu de tal maneira, que ela se viu inquieta, desconsolada e vazia. Chegou a ficar em estado depressivo por não aceitar a ida de seu pai. Aquilo a matou por dentro e naquele momento, não havia nada que a fizesse entender a ida, compreender a falta, muito menos tirá-la do quarto.

A música já não era tão colorida, o sorriso nem cabia mais em seu rosto, a morte veio para machucar e grandiosamente torna-la resiliente. Compôs então “Saudade” para dedicar e selar a união tão doce que tinha com o pai. Enfrentou mais de um ano de terapia, sempre com muito apoio de sua mãe que também estava abalada e seu companheiro que sempre esteve ao seu lado em todos os momentos. Descobriu-se então, compositora.


E não parou por aí, seguiu em frente e venceu todos os medos e anseios. Tornou-se ainda maior. Aceitou para si a música como um presente que jamais deixaria.

Evoluiu, começou a compor e compor e saiu pelo “mundo” tocando e cantando com Airton, seu grande companheiro e estimulador.

Indy conquistou, depois de muita luta e resistência, um grande espaço no meio da música independente. Já gravou com um forte canal de música independente, Elefante Sessions, participou também do TEDx São Paulo e na grande mídia no Encontro com a Fátima Bernardes.

Sonhou alto e está fruindo da gravação do seu primeiro disco com suas músicas totalmente autorais e cheias de identidade.

Indy Naíse chega e não se vai, é pra ficar!


#IndyNaíse

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